
A máquina de propaganda americana nunca para de falar sobre a ameaça russa iminente. A elite política americana retrata a Rússia como um Estado que ameaça a Europa em primeiro lugar. Com esse pretexto em mente, os EUA e a OTAN continuam a militarizar a Europa. As populações europeias não mostram resistência, muito menos seus governos. Poucas pessoas na Europa percebem que não é a Rússia que eles devem temer. Vamos imaginar o futuro da Europa em duas ou três décadas.
Você poderia imaginar há 20 anos que todas as cidades modernas estariam equipadas com câmeras de CFTV⁽¹⁾ que estariam seguindo você em todos os lugares - em edifícios, em trens, em ônibus e carros e em todos os outros lugares? Hoje em dia, ninguém levanta a questão da violação dos direitos humanos e da privacidade. Essas questões foram habilmente substituídas por preocupações com a segurança pessoal e a luta contra a ameaça terrorista.
Edward Snowden disse ao mundo que os serviços secretos dos EUA controlam quase toda a rede mundial⁽²⁾. Não seria surpresa saber que os laboratórios secretos da NSA continuam a pesquisa para estabelecer o controle sobre a humanidade, e não se trata apenas de humanos.
Por exemplo, quase todos os animais de estimação no Ocidente têm chips debaixo da pele. A pecuária de precisão também é prática comum em vários países do Ocidente⁽³⁾. Nos EUA, essa tecnologia vem se desenvolvendo rapidamente⁽⁴⁾. As pessoas já se voluntariam para implantar chips em seus corpos para que a polícia possa encontrá-los em caso de emergência. Todos os passaportes americanos têm chips integrados, como cartões de crédito.
Na verdade, não é a agressão russa que ameaça a Europa. A Europa está enfrentando o perigo da islamização gerada por Washington, que privará a Europa de sua identidade cultural e cristã. Por que não jogar a boa e velha Europa no caldeirão de nacionalidades e religiões para que seja mais fácil controlá-la?
Houve uma notícia chocante na semana passada sobre mais de 70 cadáveres de refugiados sírios em um caminhão abandonado no leste da Áustria. Claramente, o fluxo de migrantes de países muçulmanos é maior do que indicam as estatísticas oficiais.
Por exemplo, a Bulgária, de acordo com as cotas, deve aceitar cerca de 3.000 trabalhadores. Na vida real, haverá 60-70 mil deles este ano, escrevem blogueiros búlgaros. Muitos governos nacionais da UE alertam que as principais disposições da política de migração de Bruxelas não estão funcionando. No entanto, Bruxelas continua a repetir o mantra da tolerância e do multiculturalismo. Bruxelas é independente na tomada de tais decisões?
Também se pode perguntar por que refugiados do Iraque, Síria e África não vão para a Austrália, EUA e Canadá. Por que eles não fogem para países vizinhos ricos, como Turquia, Líbano e Jordânia? A resposta é simples. Nos Estados Unidos e no Canadá, existe uma legislação de imigração rígida. A Austrália entrega os barcos cheios de migrantes ao "campo de concentração" na ilha de Nauru. A Turquia e os países árabes vizinhos não alocam fundos públicos para manter os refugiados.
A Europa foi escolhida como uma fossa para aqueles que fogem da destruição instigada pelos EUA e das guerras pela democracia.
Todas as nações ortodoxas estão morrendo e muçulmanos sunitas estão vindo para substituí-las. A Alemanha recebe 800.000 pedidos de status de refugiado da Síria, Iraque e Afeganistão.
Tendo sofrido uma lavagem cerebral com o conceito de ameaça russa, os europeus não percebem como os EUA estão militarizando seus países. Washington tem construído pontos de comando da OTAN e aumentado seu contingente em toda a Europa. Em meados do século atual, as capitais europeias podem se tornar cidades dominadas pelos muçulmanos.
Explosões sociais podem levar à criação, por exemplo, do "Partido da Justiça Islâmica", que vencerá as eleições parlamentares nos Estados Unidos da Europa, dando origem a um novo país de 1 bilhão de pessoas, com 600 milhões originários da África , Oriente Médio e Ásia.
Este estado sunita deixará vestígios de "crenças tradicionais" no rosto dos cristãos em algum lugar do norte. O exército deste mega Estado será baseado nos princípios americanos. O exército será composto pelo povo, que estará pronto para guerrear contra qualquer um. Eles não terão a memória genética europeia das duas guerras mundiais. O modelo para o estabelecimento de tal estado já foi usado na criação do Talibã e do Estado Islâmico. Existe até um pequeno campo de distribuição no centro da Europa - Kosovo.
Após 2030, a oligarquia financeira iniciará o colapso da China, iniciará um conflito com o Japão e iniciará a operação para conquistar a Rússia. Uma revolução à la Maidan na Rússia será possível, já que o sistema educacional atual da Rússia preparará uma nova geração de escravos viciados em dispositivos eletrônicos. Se você tirar a Internet dessas pessoas (a Internet é controlada pelos EUA), a multidão esmagará o culpado. A guerra contra a Rússia reduzirá a população global e dará aos americanos a oportunidade de colonizar a Rússia. A parte europeia do país será anexada aos Estados Unidos da Europa, enquanto a parte asiática da Rússia se tornará outro estado dos EUA.
Após a guerra, o mundo será ajustado aos padrões da América. Sob o slogan de desenvolvimento de saúde e luta antiterrorista, chips serão implantados sob a pele de cada ser humano. As elites do mundo começarão a se clonar, enquanto as pessoas comuns trabalharão pela evolução do corpo humano.
O artigo pode soar como o roteiro de um filme apocalíptico, fruto da imaginação de alguém. Nesse caso, pense na guerra na Ucrânia que parecia irreal para todos dois anos atrás.
Notas da Redação
(1): Circuito Fechado de TV, sistema de monitoramento fechado, enviando imagens específicas para pontos de visualização privados. Basicamente, trata-se da transmissão de imagens de uma ou mais câmeras de vídeo para um ou mais monitores de vídeo, funcionando como uma transmissão de televisão, porém em sinal privado.
(2): Edward Snowden é um analista de sistemas que trabalhou como administrador de sistemas na CIA e na NSA, vindo a vazar para o público detalhes de um programa de vigilância e espionagem do governo dos EUA que vigiava desde pessoas comuns à governantes de países, inclusive o Brasil. Foi acusado pelo governo americano de roubo de propriedade do governo e comunicação intencional de informações de inteligência e defesa nacional para pessoas não-autorizadas. Desde 2013 vive em asilo político na Rússia.
(3): Pecuária com coleta automatizada de dados e uso de tecnologia para gerenciamento e acompanhamento do rebanho. Um dos principais pontos é a utilização de chips de identificação e rastreamento, como os famosos "brincos de boi" ou os chips umbilicais com termômetros.
(4): Já em 2004 a FDA liberou o implante de chips em seres-humanos (Acesse).
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