Os Estados Unidos exibem ao mundo uma face tão ridícula que o resto do mundo se acaba de rir de nós.
A mais recente pirueta no tópico “a Rússia fraudou a eleição” é que a Rússia teria utilizado o Facebook para influenciar a eleição. Ontem, as mulheres na National Public Radio acabaram ficando sem fôlego.
Nós fomos submetidos a dez meses de propaganda quanto à conspiração eleitoral Trump-Putin, contudo sem que até agora uma migalha sequer de evidência fosse apresentada. Já passou da hora de fazermos a pergunta que não é feita: e se evidências houvesse, o que haveria demais nisso? Todo o tipo de grupos de interesse, inclusive governos estrangeiros, tentam influenciar os resultados eleitorais. Por que se aceita que Israel influencie as eleições americanas, mas a Rússia não? Por que você acha que a indústria de armamentos, a indústria de energia, o agronegócio, Wall Street e os bancos, as companhias farmacêuticas, e muito mais, aportam somas fabulosas de dinheiro para financiar campanhas eleitorais, se a sua intenção não é a de influenciar a eleição? Por que a imprensa escrevem editoriais endossando um dado candidato e esculhambando outro, se não estão elas influenciando a eleição?
Qual é a diferença entre influenciar a eleição e influenciar o governo? Washington está repleta de lobistas de todos os tipos, inclusive lobistas de governos estrangeiros, trabalhando 24 horas por dia para influenciar o Governo dos Estados Unidos. É seguro dizer-se que aqueles menos representados no governo são os cidadãos propriamente ditos, que não contam com a ajuda dos lobistas.
A orquestrada histeria quanto à “influência russa” é ainda mais absurda se considerarmos a razão pela qual a Rússia teria interferido na eleição: a Rússia favoreceu Trump porque ele seria o candidato da paz, que prometeu reduzir as tensões contra a Rússia criadas pela Gestão Obama com suas neoconservadoras nazistas — Hillary Clinton, Victoria Nuland, Susan Rice e Samantha Power. O que há de errado em a Rússia preferir um candidato da paz contra uma candidata da guerra? O povo americano preferiu ele mesmo o candidato da paz. A Rússia alinhou-se assim com o eleitorado.
Aqueles que não se alinham com o eleitorado são os senhores da guerra — o Complexo Industrial-Militar, e os neoconservadores nazistas. Estes são os inimigos da democracia que estão tentando reverter a escolha da população americana. Não é a Rússia quem desrespeita a escolha da população americana, mas o totalmente corrupto Comitê Nacional do Partido Democrata com suas políticas identitárias divisoras, o Complexo Industrial-Militar e a mídia prostituída quem estão sabotando a democracia.
Eu acredito que seja hora de mudar o foco. A questão que importa é: quem é que está tentando com tamanho afinco convencer os americanos que a influência da Rússia prepondera sobre nós?
Os idiotas que alardeiam isso são capazes de se dar conta do quão impotente isso faz com que uma suposta “superpotência” pareça? Como podemos nós ser a potência hegemônica que os sionistas alegam que somos, se a Rússia é capaz de decidir quem será o presidente dos Estados Unidos?
Os Estados Unidos possuem um aparato de espionagem massivo que chega a interceptar conversações privadas de telefone celular da Chanceler da Alemanha, mas essa sua organização de espionagem massiva é incapaz de produzir uma migalha de evidência de que os russos se mancomunaram com Trump para roubar de Hillary a eleição presidencial. Quando esses imbecis se darão conta de que, quando eles lançam acusações para as quais nenhuma evidência pode ser produzida, eles fazem com que os Estados Unidos pareçam idiotas, tolos, incompetentes, estúpidos, antes de qualquer coisa?
Supõe-se que os países sintam medo diante da ameaça americana de que “nós vamos bombardeá-los até fazê-los retroceder à Idade da Pedra”; no entanto, o Presidente da Rússia ri de nós. Putin assim descreveu recentemente a completa ausência de qualquer competência em Washington: “É difícil falar com gente que confunde Áustria e Austrália. Mas não há nada que possamos fazer em relação a isso; esse é o nível da cultura política do establishment americano. Quanto ao povo americano, os Estados Unidos são verdadeiramente uma grande nação, dado que os americanos mostram-se capazes de aturar tanta gente politicamente incivilizada no seu Governo”.
Estas palavras de Putin são devastadoras, porque o mundo compreende que elas são exatas.
Considere-se a idiota Nikki Haley, que Trump, num espasmo de irracionalidade, nomeou para a Embaixada dos Estados Unidos nas Nações Unidas. Essa pessoa estúpida está sempre balançando seu punho fechado para os russos enquanto urde mais uma acusação sem sentido. Ela deveria ler o livro de Mario Puzo, "O Poderoso Chefão". Todo mundo conhece o filme, mas, se minha memória serve para alguma coisa, no livro, Puzo pondera sobre o hábito do motorista americano furioso que balança o punho fechado e mostra o dedo do meio para os demais motoristas. E se o motorista insultado for um chefão da máfia? O idiota balançando seu punho sabe quem ele está hostilizando? Não. O cretino sabe que o desfecho pode ser um espancamento brutal ou a morte? Não.
Compreende a imbecil Nikki Haley qual possa ser o desfecho da sua inabilidade em se autoconter? Não. Qualquer pessoa informada que eu conheça tem dúvidas sobre se Trump nomeou a imbecil Nikki Haley como embaixadora americana na ONU na intenção proposital de enfurecer os russos. Pergunte à Napoleão ou à Wehmacht alemã as consequências de enfurecer os russos.
Decorridos dezesseis anos, a “superpotência” Estados Unidos tem se mostrado incapaz de derrotar alguns poucos milhares de Talibãs armados, que não dispõem de força aérea, nem divisões blindadas, nem serviço de inteligência em escala mundial… e o ensandecido Governo dos Estados Unidos está procurando guerra contra a Rússia, a China, a Coréia do Norte e o Irã.
A população americana está claramente insana em seu despreocupado sossego. Os americanos estão se batendo uns contra os outros a respeito de estátuas de generais da Guerra Civil, enquanto que o “seu” governo bate às portas do armagedom nuclear.
Os Estados Unidos têm uma embaixadora na ONU que não mostra nenhum sinal de inteligência, que se comporta como se fosse Mike Tyson ou Bruce Lee elevados à quinta potência, e que é a antítese total de um diplomata. O que isso nos diz sobre os Estados Unidos?
Isso revela que os Estados Unidos estão naquele estágio de colapso do Império Romano em que o imperador nomeia cavalos para o Senado.
Os Estados Unidos têm um cavalo, um cavalo incivilizado, como seu diplomata para o mundo. O Congresso e o Executivo estão igualmente repletos de cavalos e de seus excrementos. O Governo dos Estados Unidos encontra-se completamente desprovido de inteligência. Não há sinal de inteligência em parte alguma do Governo dos Estados Unidos. Ou de moralidade. Como disse Hugo Chávez: "Satã está aqui; pode-se sentir o cheiro do enxofre".
A América é uma piada com armas nucleares, o perigo maior para a vida sobre a Terra. Como pode esse perigo ser neutralizado?
Os americanos deveriam se dar conta de que eles estão sendo conduzidos para a morte pelos sionistas neoconservadores nazistas, que, juntamente com o Complexo Industrial-Militar e com Wall Street, controlam a política externa americana; pela cumplicidade da Europa e da Grã-Bretanha desesperadas em conservar os seus subsídios da CIA; e pelas prostitutas que compõem a mídia do Ocidente.
Os americanos são capazes de compreender isto? Apenas alguns poucos escaparam à matrix. A consequência é que a América está presa ao conflito com Rússia e China. Como não há absolutamente nenhuma chance de Washington invadir nem um nem outro, muito menos ambos, então a guerra será nuclear.
O povo americano realmente deseja que Washington nos leve a esse desfecho? Se não deseja, então por que os americanos continuam sentados chupando o dedo, não fazendo absolutamente nada a respeito? Por que a Europa e a Grã-Bretanha estão sentadas, permitindo a chegada do armagedom nuclear? Quem foi que assassinou o movimento pacifista?
O mundo e o povo americano necessitam desesperadamente assumir as rédeas nos belicosos Estados Unidos, do contrário o mundo cessará de existir.
Uma Corte Internacional para a Preservação da Vida sobre a Terra necessita ser instituída. O Governo dos Estados Unidos e os interesses de guerra aos quais ele serve necessitam ser indiciados, processados e desarmados, antes que sua malignidade destrua a vida na Terra.
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